O traço está no papel.
É irrevogável.
O risco no papel divide-o na sombra e na luz.
Faz seguir um caminho, o autor, do fim da saída de um impulso que escorre até a admiração.
O homem põe-se na obra, no traço.
E vive junto aos seus impulsos
Em riscos.
Victor Melo
segunda-feira, 30 de março de 2009
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