De vida posta e disposta, saltam-lhe as lágrimas em corroídas pálpebras
A explodir, chora apenas e já nada cria, a pença cabeça
As têmporas, em latejo de torpor amante, esperam as furtivas horas
A viver, no revolto cabelo, o esperado toque e o olhar sem fala.
quinta-feira, 4 de junho de 2009
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